sábado, 4 de abril de 2009

RÉQUIEM PARA MATRAGA.(AUTOR: GERALDO VANDRÉ)


Vim aqui só pra dizer
Ninguém há de me calar
Se alguém tem que morrer
Que seja para melhorar
Tanta vida pra viver
Tanta vida se acabar
Com tanto pra se fazer
Com tanto pra se salvar
Você que não me entendeu
Não perde por esperar


Obs: ( Geraldo Vandré, para a trilha musical do filme A HORA E A VEZ DE Augusto Matraga )
Difícil entender como um compositor da qualidade de Vandré, que produziu tantas calindas e com parcerias brilhantes como compositores como Baden Powel, Vinícius de Moraes e outros grandes também.
Ninguém deve se calar: Geraldo Vandré conquistou um lugar definitivo em nossa música e na recente história do Brasil. Será qual a razão do ostracismo de Geraldo Vandré na mídia em todas as suas formas. Felizmente os movimentos sociais buscam inspiração nas músicas de Vandré ,que tem a convicção que não podem-se calar; o amor e as flores vencem a violência das armas. Não tem importância,Vandré você é melhor do que os que te calaram. Os nossos jovens e todos os movimentos sociais cantam seu hino "CAMINHANDO". Difícil encontrar um brasileiro que não conheça ou cante a sempre amada, PRÁ NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES...

5 comentários:

Regina disse...

É verdade... infelizmente, muitos talentos foram esquecidos...

Mas não por nós, que sabemos apreciar o que realmente faz a diferença nesse mundo!...

Amiga, tenha uma maravilhosa semana!!!

Beijos!

Maria das Graças disse...

OI Regina muitos esquecem mas moro perto de um colégio e ouço os alunos fazendo suas reivindicações por passe livre ,melhor qualidade de ensino e saiem cantando a música de Vandré,"Prá não dizer que não falei de flores". Encanto-me por Vandré ter essa música no inconsciente coletivo! Tenho verdadeiras jóias do Vandré,pesquisei e no dia que encontrei um CD dele fiquei muito feliz!

Amiga uma linda semana!! Beijos.

Cris disse...

muito bem lembrado Maria...

Geraldo Vandré...

belíssimo!

Rinaldo Pernambucano disse...

Belíssima poesia!

Rinaldo Pernambucano disse...

Belíssima poesia!